Chegar a casa e ouvir este CD. Duetos de Ella Fitzgerald e Louis Armstrong. Viajar no tempo com conversas de amores e desamores, diálogos alegres e descontraídos relembrando que a vida é só feita de momentos felizes. :) E para adicionar mais uma pitada de alegria, cantar em plenos pulmões! (que os vizinhos me perdoem)
Depois do grande sucesso de Tuga in Sverige, as tuguices passaram agora para este blogue, cheio de disparates, imagens, pensamentos, caminhos (des)conhecidos... não sei no que isto vai dar
sexta-feira, 23 de março de 2012
Fotografia
Um novo brinquedo que tenho guardado desde Julho (prenda de aniversário que comprei para mim) e que só agora tive a coragem de experimentar num pequeno evento social.

Falta-me experimentá-la mais. Ler as instruções. Mas sou daquelas que gosta de aprender carregando no botão sem ler nada. Por vezes dá em disparate, mas o meu lema é sempre ''Para que é que serve este botão?''. E fui arranjar mesmo uma ''quase-reflex'' com tantas opções que até me assusta. É mesmo para compreender que isto da fotografia não é só focar e ''plim'' já está. É uma forma de arte bastante mais técnica e complexa.
Enfrentando as complicações comecei pelo mais simples. Nada como um cenário à beira-rio e um pôr-do-sol fabulástico para ajudar-me nas minhas primeiras fotos. :)



Falta-me experimentá-la mais. Ler as instruções. Mas sou daquelas que gosta de aprender carregando no botão sem ler nada. Por vezes dá em disparate, mas o meu lema é sempre ''Para que é que serve este botão?''. E fui arranjar mesmo uma ''quase-reflex'' com tantas opções que até me assusta. É mesmo para compreender que isto da fotografia não é só focar e ''plim'' já está. É uma forma de arte bastante mais técnica e complexa.
Enfrentando as complicações comecei pelo mais simples. Nada como um cenário à beira-rio e um pôr-do-sol fabulástico para ajudar-me nas minhas primeiras fotos. :)
segunda-feira, 19 de março de 2012
Optimus Notícia
Lisa Hannigan no Optimus Alive no mesmo dia que The Cure e Florence and The Machine? Assim já sou capaz de ir :)
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Feliz 2012
sábado, 3 de dezembro de 2011
O Fado e Eu
Confesso que ouço pouco, mas fiquei até com algum orgulho quando soube da notícia de que o fado fora classificado Património Imaterial da Humanidade. Um reconhecimento de um género musical só nosso que representa a nossa cultura, mas... o nosso modo de estar e sentir? Não sei. Pessoalmente não me vejo como ''ai eu coitadinha, da minha vida, vítima do destino fatal'' hmmm não. Nem acho que a minha geração seja assim. Somos mais de nos queixarmos, mas com outro vocabulário sem ''ais'' e ''inhos'' pelo meio e acomodados de certa forma, sem nos mexermos muito com a perspectiva disto ficar cada vez pior.
Reconheço que sou um pouco ignorante da manifestação fadista e a minha relação com o fado é um pouco estranha. Não o ignoro totalmente por que faz parte da minha cultura. Reconheço, igualmente, a sua qualidade musical, acho bonito o som da guitarra, mas nem todas as vozes me convencem A nova geração do fado não me impressiona. Julgo serem meras cópias e modelos já criados de uma fábrica em série de cantores em que o fado se torna parte de uma elite, dos amantes da tourada e de ideias muito conservadoras. Alguns dos artistas mais conhecidos que vendem discos e enchem plateias não me emocionam. Desculpem a minha insensibilidade, mas sou esquisita com modelos copiados da fábrica de fadistas ''betinhos''.
E se é o fado uma música de sentimentos, o sentimento genuíno não se encontra nos ''fadistas betinhos'' que vendem discos, mas sim nas ruelas da Lisboa antiga. Ele esconde-se antes naquelas tavernas onde os homens e as mulheres do bairro que explodem com toda a sua alma esse ''sentemento'', o verdadeiro fado. Sai desalinhado, desafinado, mas é com alma e é o que interessa. Esse, para mim, é o verdadeiro fado e é esse que representa a nossa cultura e a nossa história de um sentimento de séculos, trazido pelo mar, pelos marinheiros, pela saudade. E assim de canta o fado.
Reconheço que sou um pouco ignorante da manifestação fadista e a minha relação com o fado é um pouco estranha. Não o ignoro totalmente por que faz parte da minha cultura. Reconheço, igualmente, a sua qualidade musical, acho bonito o som da guitarra, mas nem todas as vozes me convencem A nova geração do fado não me impressiona. Julgo serem meras cópias e modelos já criados de uma fábrica em série de cantores em que o fado se torna parte de uma elite, dos amantes da tourada e de ideias muito conservadoras. Alguns dos artistas mais conhecidos que vendem discos e enchem plateias não me emocionam. Desculpem a minha insensibilidade, mas sou esquisita com modelos copiados da fábrica de fadistas ''betinhos''.
E se é o fado uma música de sentimentos, o sentimento genuíno não se encontra nos ''fadistas betinhos'' que vendem discos, mas sim nas ruelas da Lisboa antiga. Ele esconde-se antes naquelas tavernas onde os homens e as mulheres do bairro que explodem com toda a sua alma esse ''sentemento'', o verdadeiro fado. Sai desalinhado, desafinado, mas é com alma e é o que interessa. Esse, para mim, é o verdadeiro fado e é esse que representa a nossa cultura e a nossa história de um sentimento de séculos, trazido pelo mar, pelos marinheiros, pela saudade. E assim de canta o fado.
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