segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Lição do Dia

Se há coisas que servem para ir ao micro-ondas, não quer dizer que sirvam para ir ao forno...

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012


Desculpem lá o tom irónico, mas se realmente for verdade então aproveitem o ano como se fosse o último, mas só para as coisas boas e felizes que a vida ainda tem para oferecer. Em caso de dúvida...vivem :)

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Fado e Eu

Confesso que ouço pouco, mas fiquei até com algum orgulho quando soube da notícia de que o fado fora classificado Património Imaterial da Humanidade. Um reconhecimento de um género musical só nosso que representa a nossa cultura, mas... o nosso modo de estar e sentir? Não sei. Pessoalmente não me vejo como ''ai eu coitadinha, da minha vida, vítima do destino fatal'' hmmm não. Nem acho que a minha geração seja assim. Somos mais de nos queixarmos, mas com outro vocabulário sem ''ais'' e ''inhos'' pelo meio e acomodados de certa forma, sem nos mexermos muito com a perspectiva disto ficar cada vez pior.

Reconheço que sou um pouco ignorante da manifestação fadista e a minha relação com o fado é um pouco estranha. Não o ignoro totalmente por que faz parte da minha cultura. Reconheço, igualmente, a sua qualidade musical, acho bonito o som da guitarra, mas nem todas as vozes me convencem A nova geração do fado não me impressiona. Julgo serem meras cópias e modelos já criados de uma fábrica em série de cantores em que o fado se torna parte de uma elite, dos amantes da tourada e de ideias muito conservadoras. Alguns dos artistas mais conhecidos que vendem discos e enchem plateias não me emocionam. Desculpem a minha insensibilidade, mas sou esquisita com modelos copiados da fábrica de fadistas ''betinhos''.

E se é o fado uma música de sentimentos, o sentimento genuíno não se encontra nos ''fadistas betinhos'' que vendem discos, mas sim nas ruelas da Lisboa antiga. Ele esconde-se antes naquelas tavernas onde os homens e as mulheres do bairro que explodem com toda a sua alma esse ''sentemento'', o verdadeiro fado. Sai desalinhado, desafinado, mas é com alma e é o que interessa. Esse, para mim, é o verdadeiro fado e é esse que representa a nossa cultura e a nossa história de um sentimento de séculos, trazido pelo mar, pelos marinheiros, pela saudade. E assim de canta o fado.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Lady Gaga Gramofone

E onde se coloca o vinil? E onde raios ... ãh.. está... e...coiso...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Bem-vindo ao Norte

E aproveitando ainda a oferta do Público, hoje foi dia de ''Bem-vindo ao Norte'' Uma forma de tentar aliviar o trauma de ter visto o ''Sangue do meu Sangue'' de João Canijo, Já agora.. uma dose de 20 comédias sff! Que trauma...


Sangue do meu sangue


Sangue do meu sangue
Ok. Eu preciso mesmo de algo leve e divertido para ver no cinema nos próximos tempos (talvez uma dose de 20 comédias deve chegar) para aliviar-me do choque de ter visto o filme português de João Canijo - Sangue do meu Sangue. Não é que não tenha gostado do filme em todos os aspectos. Gostei da interpretação de quase todos os actores. Refiro quase porque deixo esse mesmo quase ao pouco brilhantismo e ao discurso enjoado e enfadonho do médico, professor amante da filha. Interpretação muito pouco convincente. Pouco convicente foi tentarem-me de repente convencer, em estilo telenovela, do imbróglio entre filha e homem casado que levou a outro rumo dramático, descobrindo afinal que são pai e filha. E o pai/amante tentanto acabar com a relação com a filha/amante, vira-se para ele de ar enjoado e sofredor, que afinal ''amo-te de outra maneira'' e não se calava com essa. E depois, no final, há aquela necessidade bruta típica da maior parte dos filmes do cinema português de mostrar a violência tal e qual como ela é. É forte, caramba! Ok já chega... passa à frente!

Aspectos bons do filme - os diálogos e o ambiente de uma família ''distorcida'', diálogos e cenas sobrepostas, a interpretação de Rita Blanco.

No meio disto tudo apenas penso que está um bom filme.. mas realmente preciso de uma injecção de 20 comédias para me sentir melhor.

domingo, 23 de outubro de 2011